sexta-feira, 4 de dezembro de 2009



Felicidade não tem preço ! ♥



Para quem acredita que felicidade não é um privilégio e sim o resultado de quem escolhe ser feliz.


"a única forma de multiplicar a felicidade é dividi-la com alguém."
a felicidade mora no coração que está em paz, que ama a todos e a tudo, que sabe perdoar e, principalmente, que aprendeu a esperar com confiança por dias melhores. tudo acontece com uma razão. observaremos os nossos sentimentos diante do que nos chega, procuraremos aprender com tudo que acontece, pois aqui estamos numa escola, onde muitas vezes um segundo pode ensinar mais do que uma hora.

Um amor eterno é um amor verdadeiro ! s2







O amor verdadeiro é aquele conquistado todos os dias, quem ama verdadeiramente podem se passar anos, décadas mais aquele amor vai permanecer ali intacto as mais diferentes épocas!

Se é amor que seja verdadeiro ♥



Um dia descobrimos que beijar uma pessoa
para esquecer outra é bobagem...
você não só não esquece a outra pessoa,
como ainda pensa muito mais nela...
um dia descobrimos que se apaixonar é inevitável.

Mais nada como um dia após o outro,
e se você quer amar e ser amado vale apena esperar.
E se quer coisa séria, é coisa séria,
e tem que ter sabedoria !
Pois todos dizem amar,
mais nem sempre fazem juiz do que dizem !




Por: Analice Gódoy - Psicóloga especialista em ADOLESCENTES !

Crianças e adolecentes tem tanto uma vida feliz quanto triste.




Mais de 40% das crianças menores de 5 anos na América Latina não têm acesso adequado a saneamento. Cerca de 20 mil delas morrem anualmente antes de completar essa idade em conseqüência de doenças desenvolvidas pela falta de saneamento. Os dados são do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). Para Ann Veneman, diretora executiva do Unicef, “a ausência de saneamento adequado tem sérios impactos sobre a saúde e o desenvolvimento social, especialmente para as crianças. Os investimentos na melhoria do saneamento acelerarão o progresso até o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio e salvarão vidas”.
Na América Latina e no Caribe, 124 milhões de pessoas não possuem instalações de saneamento melhorado. Assim, elas são obrigadas a usar meios como a defecação ao ar livre e instalações deficientes para a disposição de suas excretas. Só 14% das águas residuais da região são tratadas, enquanto 40% dos resíduos sólidos não são dispostos adequadamente, contaminando a terra e os corpos d’água.
A falta de saneamento afeta não apenas às pessoas que vivem em áreas carentes desses serviços, e sim a toda a sociedade, pois mais de 75% das águas residuais do mundo são jogadas no meio ambiente sem tratamento algum, contaminando as mesmas fontes de águas que usamos para beber.
Por ano, no mundo mais de 200 milhões de toneladas de dejetos humanos ficam sem ser coletados, nem tratados. Unicef chama os Estados a promoverem o saneamento também nas escolas, pois beneficia a aprendizagem e a saúde da infância.
“A falta de instalações de saneamento limpas, separadas e privadas nas escolas é uma das razões pelas quais as crianças, especialmente as meninas em etapa de puberdade, são relutantes em ir para as escolas”, disse o Fundo.
O saneamento melhorado tem efeitos positivos, ainda, no crescimento econômico, na redução da pobreza e significa menor degradação ambiental. Segundo um estudo da Organização Mundial da Saúde, cada dólar investido para melhorar o saneamento para alcançar a meta traçada pelos Objetivos do Milênio gera, em média, um beneficio econômico de US$ 12.
“O custo aproximado de US$ 800 milhões de dólares por ano para reduzir pela metade a proporção de pessoas que não contam com saneamento básico antes de 2015 é modesto e possível de assumir. Caso mantido esse mesmo investimento, poderia alcançar o saneamento básico universal em uma ou duas décadas”, acrescentou o Unicef.

Adolescencia no seu pior.





Felicidade é o resultado da simplicidade do viver. Não são as coisas que nos derrubam que nos dão força para continuar a viver, mas sim a felicidade.
Ser feliz é abstracto, cada pessoa tem a sua definição mas tudo pode ser resumido a um momentinho perto dele, ao pisar de um palco, a uma infinidade de coisas a que ninguém dá importância excepto a pessoa que os vive pois é algo que a completa e a faz sentir-se bem consigo própria.
Todos procuramos a felicidade como um estado onde permaneceremos para sempre, onde nada nem ninguém nos afectará, na morte talvez (segundo a religião Católica) mas a morte não é na minha opinião, a felicidade. Só o recordar me traz alegria e só a minha família e os meus amigos me fazem feliz. Sou feliz apesar de nem sempre a vida me sorrir. Tenho família, amigos e um cão que abana o rabo sempre que me vê e me faz sentir importante na vida dele. São estes pequenos gestos como um beijo de bom dia da mãe que, sem nos apercebermos nos tornam felizes.
Não quero pôr esta felicidade de lado para dar atenção às feridas que me são causadas pela vida… Quero lembrar-me destes pequenos pormenores e lutar para continuar a usufruir deles… Poder, quem sabe abanar o rabo e mostrar a toda a gente que EU SOU FELIZ!

Felicidade.





Hoje em dia, ninguém, ou quase ninguém diz que é feliz.
Estamos demasiado "absorvidos" nos nossos problemas e não conseguimos ver pequeninas coisas bonitas que nos rodeiam.
Há, realmente, muitas coisas más: a guerra, a fome, as doenças e as nossas insatisfações... 
Mas a felicidade é criada passo a passo. A felicidade não tem pressa. Nós é que estamos sempre muito apressados...
Por isso, lanço um desafio:
SEMPRE QUE TIVERMOS UM PROBLEMA, VAMOS TENTAR RESOLVÊ-LO, SEM PENSARMOS EM TODOS OS OUTROS QUE TAMBÉM TEMOS. E VAMOS PENSAR MAIS VEZES NAS COISAS BOAS QUE NOS FORAM DADAS.
Eu acho que tudo tem uma razão de ser. As coisas que nos acontecem (tanto as más como as boas) não podem ser apenas uma consequência aleatória do nosso planeta. Baseiam-se nas nossa decisões e, quem sabe, no nosso destino.

Tudo nos ensina qualquer coisa.
Mesmo as coisas que, num determinado momento da nossa vida, nos magoaram, mais tarde, quando pensamos nelas, percebemos que serviram para nos darem alguma lição que, de uma maneira ou de outra vai contribuir para a nossa felicidade. Porque ninguém tem uma história de vida igual. Os percursos de vida são sempre diferentes e a felicidade tem formas diferentes de aparecer na vida de uma pessoa.
Eu acho que a felicidade são momentos bonitos, que nos são oferecidos, porque os merecemos... Penso que nunca ninguém é totalmente feliz. Há sempre qualquer coisa que se quer ter ou que se quer fazer e que "impede" a nossa felicidade. Mas são esses objectivos que nos fazem viver.
O modo como o mundo de hoje está não nos permite ver as coisas bonitas. Isso tem de ser alterado. E começa por cada um de nós.
Porque a vida tem de ser vivida ao máximo. Temos de começar a «ver» o mundo e não apenas a «olhá-lo».
Temos de viver a vida. Sem «ses» e sem grandes arrependimentos.
Porque a felicidade é um direito, mas também é um dever.
NADA COMO O TEMPO

Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com uma outra pessoa, você precisa, em primeiro lugar, não precisar dela.

Percebe também que aquele alguém que você ama (ou acha que ama) e que não quer nada com você, definitivamente não é o "alguém" da sua vida.

Você aprende a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você.

O segredo é não correr atrás das borboletas... é cuidar do jardim para que elas venham até você.

No final das contas, você vai achar não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você!
desconheçido.

Uma adolescencia feliz,

Provérbios 4:13 (BLH)
“Lembre-se daquilo que aprendeu; A sua educação é a sua vida; guarde a bem”.


Como as nossas experiências podem nos ensinar ?

Entrar em oração para que as coisas melhorem e assim aumentar nossa fé.
Não partir para briga, não humilhar nem ofender ninguém, se tornando assim
uma pessoa mais pacifica.
Aprender também a concertar os erros e assim amadurecer.
Deus deseja que tenhamos experiências que nos façam pessoas diferentes, mais comprometidas com Ele em condições de ajudar outros devido as nossas próprias experiências.

2 Corintios 1:3-4 (NVI)
“Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, Pai das misericórdias e Deus de toda consolação em todas as nossas tribulações, para que, com a consolação que recebemos de Deus, possamos consolar os que estão passando por tribulações”.

Mortes.

O IHA revela ainda que raça, gênero, idade e territórios são fatores que aumentam as chances de um adolescente ser vítima de homicídios. Segundo o índice, os meninos entre 12 a 18 anos têm quase 12 vezes mais probabilidade de ser assassinados do que as meninas dessa mesma faixa etária. Já os adolescentes negros têm quase três vezes mais chance de morrer assassinados do que os brancos. Outro fator apontado é que a maioria dos homicídios é cometida com arma de fogo.

A análise do IHA mostrou também os municípios em que os adolescentes estão mais vulneráveis a esse tipo de violência. Enquanto a média da analise foi de 2 homicídios para cada 1.000 adolescentes, identificou-se 20 municípios onde este número foi igual ou maior a 5.

Os resultados do estudo só reforçam a necessidade de implementação e expansão de programas e ações para a educação e promoção dos direitos de crianças e adolescentes em todo o País, avaliam os órgãos parceiros na elaboração e criação do IHA.

As 20 cidades com maior número de mortes esperadas por homicídio para jovens entre 12 e 18 anos são Foz do Iguaçu (PR), Governador Valadares (MG), Cariacica (ES), Olinda (PE), Linhares (ES), Serra (ES), Duque de Caxias (RJ), Jaboatão dos Guararapes (PE), Maceió (AL),  Recife (PE), Itaboraí (RJ), Vila Velha (ES), Contagem (MG), Pinhais (PR), Luziânia (GO), Cabo Frio (RJ), Ibirité (MG), Marabá (PA), Betim (MG) e Ribeirão das Neves (MG).

Indicador inédito avalia risco de morte para adolescentes em 267 cidades do País



 CRIANÇAS E ADOLESCENTES.

O Índice de Homicídios na Adolescência (IHA) foi desenvolvido para medir o impacto da violência nesse grupo social, monitorar o fenômeno e avaliar a aplicação de políticas públicas.
Foi divulgado no último dia 21 de julho o Índice de Homicídios na Adolescência (IHA), que apresenta o risco sofrido por adolescentes, entre 12 e 18 anos, de ser vítimas de assassinato nas grandes cidades brasileiras. Segundo a análise, os homicídios representam 46% de todas as causas de mortes dos cidadãos brasileiros nesse faixa etária.
 
O IHA foi desenvolvido no âmbito do Programa Redução da Violência Letal contra Adolescentes e Jovens, uma iniciativa coordenada pelo Observatório de Favelas e realizada em conjunto com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), a Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República (SEDH/PR) e o Laboratório de Análise da Violência da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (LAV-Uerj).
 
O estudo avaliou 267 municípios do Brasil com mais de 100 mil habitantes e chegou a um prognóstico alarmante: estima-se que o número de adolescentes assassinados entre 2006 e 2012 ultrapasse a 33 mil se não mudarem as condições que prevaleciam nessas cidades.

Homicídio.





O professor da Uerj Ignácio Cano, que esteve à frente de um estudo, prefere não arriscar razões para explicar o problema de cada cidade. Ele afirma que é preciso avaliar caso a caso.
Entre as soluções, porém, ele é taxativo: é preciso restringir a circulação de armas de fogo. A conclusão é especialmente válida para a região Sudeste, em que esse meio responde pela maior parte dos homicídios.
Em geral, o adolescente assassinado é homem, negro e tem baixa escolaridade. O principal fator de risco é o sexo: na adolescência, um homem tem 12 vezes mais chance de morrer do que uma mulher. Negros, três vezes mais do que brancos.

São Paulo
Segundo Cano, em comparação com outros Estados, São Paulo tem uma situação positiva. Das 71 cidades paulistas com mais de 100 mil habitantes, 59 têm índice de homicídio de adolescentes abaixo da média nacional -em sete delas, a taxa é de zero.
O pesquisador atribui a situação de São Paulo à redução na taxa de homicídios no Estado verificada desde 2001.

Homicídio é a causa de 46% das mortes entre adolescentes.






Cidades do entorno de capitais, além de polos de desenvolvimento regional, têm os maiores índices de assassinatos dos 12 aos 18 anos

Estudo da Uerj em parceria com o Unicef mostra que, de cada mil adolescentes no país, dois deverão morrer antes de completar 19 anos

ANGELA PINHO
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA

Os homicídios respondem por 46% das mortes de adolescentes no país e são a principal causa de óbitos nessa faixa etária, à frente das causas naturais (25%) e dos acidentes (23%).
A constatação é de estudo do Laboratório de Análise da Violência da Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro) com a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência, a ONG Observatório de Favelas e o Unicef, braço da ONU para a infância. O trabalho utiliza informações do Ministério da Saúde relativas a jovens de 12 a 18 anos nas 267 cidades brasileiras com mais de 100 mil habitantes. Os dados são de 2006.
A pesquisa criou um novo indicador, o IHA (Índice de Homicídios na Adolescência). Ele mostra que, de cada mil adolescentes brasileiros, dois deverão morrer antes dos 19 anos.
Foram estimados 33 mil assassinatos de adolescentes entre 2006 e 2012 se mantidas as condições atuais, o que equivale a 13 por dia.
Regiões metropolitanas e polos de desenvolvimento regional concentram as cidades com os maiores índices de homicídios de adolescentes no país.
A pior situação está em Foz do Iguaçu (PR), onde quase dez de cada mil devem morrer antes de completar 19 anos.
Na lista das mais violentas, se sobressaem cidades das regiões metropolitanas de Minas Gerais, Espírito Santo, Pernambuco e Rio de Janeiro.
Entre as capitais, aparecem Recife (PE) e Maceió (AL). O Rio de Janeiro fica em 21º lugar. A capital paulista, em 151º.
Nancy Cardia, coordenadora-adjunta do Núcleo de Estudos da Violência da USP, aponta que, com exceção de Rio e São Paulo, as regiões metropolitanas sofreram um processo de expansão mais recente e, em consequência, têm uma estrutura urbana mais precária.
Ainda segundo ela, estudos mostram que uma série de problemas das cidades está relacionada à violência com crianças e adolescentes: o fato de as crianças mais pobres permanecerem menos tempo na escola e ficarem a maior parte do tempo sem a supervisão de adultos, por exemplo, faz com que elas fiquem mais tempo expostas.

Indices de morte.

No estado do Rio de Janeiro, identificaram-se 68.8% de casos de homicídios na faixa etária de 15-17 anos, proporção sensivelmente superior aos demais estados. Em contrapartida, no estado de São Paulo, ainda que aquela faixa seja a de maior incidência, são elevadas as proporções nas faixas de 0-4 anos (20%) e de 5-9 anos (20%), fato também observado no Espírito Santo e Pernambuco, embora em proporções distintas. Sabe-se que a maior incidência de vítimas, do sexo feminino, ocorre nessas faixas etárias (0-9 anos), em geral ocorrências verificadas no interior do espaço doméstico, praticadas por pessoas próximas às vítimas, como parentes e conhecidos.
Na maior parte, os homicídios são provocados por perfuração, via de regra mediante a utilização de arma de fogo, circunstância de morte que revela intencionalidade do agressor na supressão da vítima. No estado do Rio de Janeiro, a proporção de mortes nessa circunstância é elevada (86.40%), seguindo-se Pernambuco (85%), e São Paulo (71.32%).
Tudo sugere, portanto, que os assassinatos de crianças e adolescentes constituem problema grave em todo o país e, particularmente, nos estados do Rio de Janeiro, Pernambuco e São Paulo. O reconhecimento de um padrão relativamente similar entre as ocorrências indica que não se trata de fatos isolados ou fortuitos. Parece haver uma disposição regular, no interior da sociedade, para aceitar como "normais" acontecimentos desta espécie. No imaginário social de não poucos grupos sociais, crianças e adolescentes procedentes dos estratos sociais mais empobrecidos da população brasileira aparecem como perigosos, verdadeiras ameaças à segurança pública e ao funcionamento harmonioso da ordem social.

Mortes de Crianças e Adolescentes na Imprensa Nacional

 



A pesquisa nasceu de uma preocupação do Centro Brasileiro para Infância e Adolescência (CBIA) com a constituição de um sistema nacional de monitoramento da violência. O objetivo da investigação consistiu em um diagnóstico das mortes violentas de crianças e adolescentes nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Sergipe, Pernambuco e Amazonas, no período de 01 de agosto de 1991 a 31 de janeiro de 1992, com base em informações e notícias veiculadas pela imprensa periódica. Buscou-se: (a) conhecer a magnitude do fenômeno; (b) caracterizar as ocorrências, identificando situações preferenciais de risco; (c) caracterizar o perfil sociais das vítimas, identificando grupos, no interior da população infantil e jovem, preferencialmente visados pela ação dos agressores; (d) caracterizar o perfil dos agressores, identificando grupos sociais nos quais eles são preferencialmente recrutados, bem como a possível existência de coletivos organizados para perpetrar parte das mortes observadas na pesquisa. As fontes consultadas foram: O Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo, Jornal da Tarde e Notícias Populares (São Paulo); Jornal do Brasil, O Globo, O Dia, O Povo (Rio de Janeiro); A Gazeta e A Tribuna (Espírito Santo); Jornal de Sergipe e Jornal da Manhã (Sergipe); Diário de Pernambuco e Jornal do Commercio (Pernambuco); e A Crítica e O Povo (Amazonas). Os resultados da pesquisa identificaram 607 mortos, nos seis estados, no período observado. Essas mortes compreendem acidentes de trânsito, outros acidentes, homicídios e outras modalidades de morte violenta. Em relação aos homicídios, a maior incidência ocorre no Estado do Rio de Janeiro (73.1%), seguida das ocorrências verificadas nos Estados de Pernambuco (70.2%) e de São Paulo (69.7%). Vê-se, por conseguinte, que os assassinatos de crianças e adolescentes respondem, nestes estados da federação, em torno de 70% da mortalidade violenta nos segmentos etários juvenis. 
As vítimas em potencial provêm de grupos pauperizados, com maior predominância de jovens, na faixa etária de 15-17 anos. A despeito desse padrão, há variações entre os estados. No Rio de Janeiro, é bastante elevado o percentual de jovens do sexo masculino vitimizados (82.4%), ao contrário dos outros estados onde esta proporção oscila entre 65% e 75%. No estado de Sergipe, a proporção de jovens, do sexo feminino, vitimizadas (40%), está muito acima das proporções nos outros estados, que oscilam entre 20 a 25% das mortes.


O uso da Internet para fins educativos; *




- A Internet é uma ferramenta maravilhosa para o ensino em geral, de línguas estrangeiras em especial. Ela permite o acesso fácil de professores e alunos a uma infinidade de material informativo autêntico e atualizado sobre todos os assuntos da cultura alvo. Além de dar muitos exemplos concretos e de mostrar as possibilidades de usar a rede para projetos interativos e para a formação e capacitação de professores, o trabalho dá um resumo da história e do funcionamento dos procedimentos básicos da Internet.
E é assim que a Professora Márcia Suênia que ministra a matéria de PPP tenta fazer de nós pessoas que usam a Internet não só pra uso pessoal mais também como fonte de cultura, didática, e usa sites como o ORKUT como uma ferramenta inusitada, para a formação e capacitação dos novos e futuros professores do
INSTITUTO DE EDUCAÇÃO GOVERNADOR ROBERTO SILVEIRA!



Muitos de nós confundimos a Amizade e o Amor.



Perguntei a um sábio a diferença que havia
entre
amor e amizade,
ele me disse essa verdade:

O Amor é mais sensível,
a
Amizade mais segura.

O Amor nos dá asas,
a
Amizade o chão.

No Amor há mais carinho,
na Amor é plantado e com carinho cultivado,

a Amizade vem faceira,
e com troca de alegria e tristeza,
torna-se uma grande e querida companheira.

Mas quando o Amor é sincero
ele vem com um grande amigo,

e quando a  Amizade é concreta,
ela é cheia de amor e carinho.

Quando se tem um amigo
ou uma grande paixão,
ambos sentimentos coexistem
dentro do seu coração.

William Shakesp 

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Paixôes. ♥



labradores .

Garotos.
 
Internet.
 
Amigos.


corpo perfeito.
 
                                                       Igreja.         

Preconceitos Religiosos.


 
 





Na última década temos visto lideres "religiosos" atacarem descaradamente na TV os cultos afro-brasileiros. Fico incomodado, pois parte da população (seguidora das correntes neo-pentencostais norte-americana) entenderem os cultos afro-descendentes como o "Mal do Mundo ". É preciso dar um basta a esse tipo de preconceito parta não sermos mais uma Irlanda ou pais muçulmano atacado pelos EUA.

PRECONCEITO RELIGIOSO
(AOS "FIÉIS")

O que faz a espiritualidade do ser humano não é a religião ou o culto que prega, mas sim o comportamento deste diante da humanidade em geral, o respeito que tem pela natureza e os conceitos que tem sobre o universo e o próprio ser humano.

Não há diferença se um ser humanos é desta ou daquela religião, ou se tem ou não religião, se segue ou não algum dógma se este mantém comportamento de respeito e dignidade diante de seu semelhante e do planeta que habita.

Portanto, todo aquele que pensa ser mais digno que outros por seguir certas seitas, que alega ser escolhido de Deus, ou de se destacar diante dos demais seres humanos pelo fato de professar esta ou aquela religião, caminho, ou doutrina, está de fato COMENTENDO O ABOMINAVEL CRIME DE PRECONCEITO, tão perverso e inaceitável quanto o racismo e o sectarismo.

Dirijo estas palavras a todo seguidor de cultos, religiões e seitas, que pelo fato de terem sido batizado em alguma igreja, pagar dízimo á algum empresário da fé ou ler certos livros dogmáticos, se sente filho legítimo de Deus que tem na barriga, escolhido para herdar ceus e terra e em contrapartida achar que os demais seres humanos não passam de "criaturas" perdidas no "pecado", no "mundo dos infieis", condenadas ao inferno e disponíveis para lhes servir a "mando" de Deus.

O pior destes são aqueles que ainda se julgam "perseguidos" pelos "impuros" e "pecadores" e com isso ainda buscam aumentar ainda mais o preconceito e a discriminação.

Cada um deve ser livre para seguir o que quiser ou também a não seguir nada, mas não deve por conta disso sofrer nenhum tipo de preconceito ou discriminação, com eu (prova testemunhal) e milhões de semelhantes meus temos sofrido a muito tempo.

ABAIXO TODO E QUALQUER PRECONCEITO:
SEJA ELE DE RAÇA, CREDO (OU NÃO), ETINIA E SEGMENTO FILOSÓFICO.
ABAIXO A HEGEMONIA DE PENSAMENTO RELIGIOSO QUE ORA RENASCE ANACRONICAMENTE NO BRASIL.

Para os bons entendedores, sabem do que estou falando.
É chegada a hora de fomentarmos a igualdade plena entre os seres humanos, de pregar a concórdia entre os diferentes segmentos de pensamento e a aceitação do ser humano como ele é, com todas as suas diferenças.

Tipos de preconceito.

Quais os tipos de preconceito?
O que é preconceito? Como o nome já diz é o pré-conceito,ou seja, uma opinião formada antes de se ter os conhecimentos adequados. Há inúmeros tipos de preconceito, mas abaixo estão os principais:
Preconceito à outra cor - É denominado de racismo e existe principalmente em relação à negros. No Brasil, surgiu com a escravidão e é muito presente até hoje, apesar de a escravidão ter sido abolida em 1888. Há também o racismo contra brancos, amarelos, vermelhos, pardos etc...
Preconceito contra loiras- Quem nunca ouviu uma piadinha sobre loiras burras?
Preconceito à outra religião - Hoje em dia, o maior exemplo deste preconceito são os conflitos no Oriente Médio. A luta entre judeus e islâmicos custa dezenas de vidas diariamente. Grupos extremistas no Iraque matam inocentes cruelmente somente porque são de outra religião.
Preconceito contra as mulheres - É denominado de machismo e existe por causa do antigo papel das mulheres como dona de casa. O machismo gera muita mágoa porque vários homens não reconhecem a capacidade das mulheres de fazerem algo diferente à costurar e cozinhar.
Preconceito quanto a classe social - Ricos discriminam pessoas de baixa classe social, com famosas frases do tipo ,,Isso é coisa de pobre..", ou vice-versa.
Preconceito contra pessoas de outra orientação sexual - Homossexuais e bisexuais são muito agredidos moralmente e até fisicamente só por não serem "iguais". É uma triste realidade, tanto que vários escondem sua preferência sexual.
Preconceito contra pessoas de outra nacionalidade - A maioria dos brasileiros critica os norte-americanos, apesar de estar sempre os imitando. Brasileiros sofrem de preconceito em outros países, assim como muitos estrangeiros são discriminados no Brasil. Precisamos aprender que nem todo português é burro e nem todo brasileiro é malandro.

Deu a louca.




De vez em quando nossos pais sempre dão a louca e tentam nos imitar, não sei se é por que eles não usufruiam muito da adolescência deles ou por que querem acompanhar os novos tempos. Mas os mais velhos sõa os mas velhos, e o tempo deles é deles, se quizerem ficar na moda, que usem roupas da moda para a idade deles, fala sério! Mas mesmo assim eles não vão entender, então dá para relevar isso.